Sendo encarada com bons olhos pelo mercado, a Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things) pode se tornar um elemento monetário importante nas próximas décadas. A tecnologia que conecta dispositivos eletrônicos utilizados no dia a dia à internet (como aparelhos eletrodomésticos, por exemplo) pode alcançar cerca de 100 bilhões de dispositivos e dar uma chacoalhada na economia mundial.

A IoT traz benefícios aos consumidores, como em sistemas de automação residencial que permitem que a pessoa, antes mesmo de chegar em casa, possa enviar mensagem para que os próprios dispositivos realizem ações para abrir os portões, desligar alarmes etc.

Segundo uma pesquisa recente realizada pela Cisco – empresa de soluções para redes e comunicações –, o Brasil também pode se beneficiar economicamente com a tecnologia, já que se estima que a Internet das Coisas pode injetar cerca de US$ 352 bilhões no país até o final de 2022.

No setor privado, há grande entusiasmo devido ao potencial econômico da IoT, que vem dando margem a um forte investimento nessa área, voltado para soluções de escala macro, como cidades inteligentes, rastreamento de carga, agricultura de precisão e gerenciamento de energia e ativos.

A IBM não só empregou US$ 3 bilhões em seu negócio de IoT, como também fez uma parceria com a AT&T para fornecer soluções industriais através da tecnologia

De acordo com Eduardo Magrani, professor da Fundação Getulio Vargas, a estimativa do impacto financeiro global, vinculado ao cenário da Internet das Coisas, corresponde a mais de US$ 11 trilhões até 2025. Por conta de previsões como essa, várias empresas estão investindo mais em tecnologias IoT e desenvolvendo iniciativas concretas em diversas áreas.

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